
Métodos de Pagamento no e-commerce: facilitando a jornada do consumidor com a Climba
Os Métodos de Pagamento desempenham um papel importante nas decisões de compra online. 80% dos brasileiros acabam desistindo de uma compra devido a restrições de pagamento, segundo levantamento “Meios de pagamento – oportunidades e ameaças para o segmento”, da plataforma de conteúdo Gente, da Globo.
Portanto, vamos abordar a importância dos meios de pagamento, destacando como a Climba oferece opções flexíveis, indo além dos tradicionais Pix, Cartão de Crédito e Boleto.

Os métodos de pagamento não são apenas transações financeiras; são decisões que moldam o comportamento dos consumidores. A preferência pelos métodos de pagamento também influencia diretamente a escolha de uma loja virtual segundo o estudo "E-commerce Trends 2023". O relatório mostra que 42% dos consumidores consideram a forma de pagamento um critério essencial, superando até mesmo a agilidade no atendimento.
A diversificação dos métodos de pagamento é a chave para não perder vendas
A Climba oferece opções de pagamento facilitadas que vão além dos métodos já conhecidos, como Pix, cartões de crédito e débito, boleto bancário e transferência bancária. A diversidade não apenas atende às preferências do consumidor, mas também contribui para uma melhor experiência dentro das lojas virtuais.
Conheça as opções de pagamentos facilitados desenvolvidas pela Climba que vão além das opções tradicionais:

2 Cartões de Crédito
No método de pagamento com cartões de crédito, os consumidores têm a flexibilidade de dividir o valor da compra quando um cartão não possui limite suficiente ou para preservar o limite para outras despesas. Além disso, a Climba simplifica o processo do seu negócio, eliminando a necessidade de criar múltiplos links de pagamento e aguardar a verificação do departamento financeiro.

Pix + Cartões de Crédito
Ao combinar o Pix e o cartão de crédito, os consumidores têm a opção de dividir o valor da compra, realizando uma entrada via Pix e pagando o restante com o cartão de crédito. Dessa maneira, essa funcionalidade automatiza o processo dos negócios, eliminando a necessidade de verificar individualmente os pagamentos.

Pix + 2 Cartões de Crédito
Similar ao método anterior, aqui os consumidores podem dividir o valor da compra com uma entrada no Pix e pagar o restante em dois cartões de crédito. O processamento é totalmente automatizado, eliminando a necessidade de verificar pagamentos individualmente.
Importante ressaltar que todos os pagamentos passam pela gestão de risco configurada na loja virtual, para uma experiência de compra segura para todos.
Diversificar opções de métodos de pagamento é essencial para quebrar objeções
Em resumo, em um cenário onde cada detalhe conta, os meios de pagamento se destacam como impulsionadores fundamentais nas vendas do e-commerce. A Climba não apenas reconhece essa importância, mas vai além, oferecendo uma variedade de opções que não só atendem às preferências dos consumidores, mas também proporcionam uma experiência de compra diferenciada.
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PIX no E-commerce: O Que Mudou com o Pagamento Instantâneo
O PIX transformou o cenário de pagamentos no e-commerce brasileiro. Desde seu lançamento em 2020, o PIX cresceu para representar mais de 30% das transações no varejo online, segundo dados da ABComm (2025). Para o lojista, o PIX oferece:
- Confirmação instantânea: ao contrário do boleto (que leva até 3 dias úteis para compensar), o PIX é confirmado em segundos. Isso permite liberar o pedido para separação imediatamente, reduzindo o prazo de entrega
- Taxa menor do que cartão de crédito: a maioria dos gateways cobra entre 0,7% e 1,5% por transação via PIX, contra 2,5% a 4,5% no cartão de crédito parcelado. A diferença de margem é relevante em volumes altos
- Sem risco de chargeback: diferente do cartão de crédito, o PIX não tem mecanismo de contestação pelo comprador após a transação confirmada, reduzindo o risco de fraude por estorno
10 perguntas frequentes sobre pagamento online:
1. Parcelamento no PIX já existe? Sim, algumas fintechs oferecem parcelamento via PIX (cliente paga o lojista à vista, a fintech parcelada o cliente). Ainda é nicho, mas cresce
2. Boleto ainda é relevante? Sim, especialmente para clientes sem cartão de crédito ou que preferem pagar no vencimento. Representa 8-12% das transações no e-commerce
3. Como funciona o cartão virtual? Gerado no aplicativo do banco, tem número, CVV e validade exclusivos para uma transação. Reduz risco de fraude em compras online
4. O e-commerce precisa ter todos os métodos? Não necessariamente, mas cada método ausente é uma barreira para um segmento de clientes. PIX + cartão de crédito + boleto cobrem mais de 95% das preferências dos compradores brasileiros
5. Como o gateway de pagamento funciona? É o intermediador entre o e-commerce, as bandeiras de cartão e os bancos. Gerencia a segurança da transação, a aprovação do pagamento e repassa o valor ao lojista (geralmente com prazo de D+2 a D+30 para crédito parcelado)
Pix: como ele mudou o fluxo de caixa do e-commerce
Desde a implementação pelo Banco Central em 2020, o Pix se tornou o método de pagamento mais utilizado no Brasil, superando TED, boleto e débito em volume de transações. Para o e-commerce, o impacto vai além da conveniência para o consumidor.
O principal benefício para o lojista é o fluxo de caixa: o valor cai na conta em segundos, 24 horas por dia, 7 dias por semana, incluindo fins de semana e feriados. Lojas que processavam receita de boleto com prazo de 1 a 3 dias úteis passaram a ter acesso ao dinheiro no ato da compra.
Para conversão, o Pix tem outra vantagem: elimina o atrito do parcelamento que corrói margem. Muitas lojas oferecem desconto de 5% a 10% para pagamento via Pix, incentivando o cliente a pagar à vista enquanto preservam a margem que seria consumida pelas taxas do cartão parcelado.
Atenção na configuração: defina o tempo de expiração do QR Code em 30 minutos para pedidos com estoque reservado. QR Codes que expiram rápido frustram clientes; os que não expiram criam problemas de estoque reservado sem pagamento confirmado.
Carteiras digitais: Apple Pay, Google Pay e Mercado Pago
As carteiras digitais permitem pagar sem digitar dados do cartão a cada compra. O checkout é feito por autenticação biométrica (digital ou reconhecimento facial), o que reduz atrito especialmente no mobile, onde preencher formulário de cartão é o maior vilão do abandono.
Apple Pay e Google Pay são as opções mais adotadas entre usuários de smartphones. As taxas são as mesmas do cartão convencional (cobradas pelas bandeiras, não pela carteira). A diferença é a experiência: checkout em um clique.
Mercado Pago combina gateway (processa pagamentos) com carteira digital (o cliente pode ter saldo). É especialmente relevante para lojas que vendem via Mercado Livre, mas pode ser integrado a e-commerces independentes. A base de usuários com saldo no Mercado Pago representa um segmento com intenção de compra imediata.
Comparativo de taxas: o que cada método custa para o lojista
As taxas variam por gateway, volume de vendas e condições negociadas. Os valores abaixo são referências gerais para 2026:
- Cartão de crédito à vista: 1,5% a 2,5% sobre o valor (MDR). Varia conforme gateway e volume mensal
- Cartão parcelado: cada parcela adicional acrescenta 0,5% a 1% ao MDR. Parcelamento em 12x sem juros pode custar 8% a 12% ao lojista
- Boleto bancário: taxa fixa por boleto gerado (R$ 2 a R$ 4) mais percentual (0,5% a 1%). Taxa de não pagamento média: 15% a 25%
- Pix: 0% a 1% dependendo do gateway. Muitos cobram taxa fixa por transação (R$ 0,50 a R$ 1,20) em vez de percentual
Dica prática: negocie com pelo menos dois gateways. A concorrência entre eles é alta e volumes acima de R$ 50 mil/mês costumam abrir margem para reduzir o MDR.
Segurança e chargeback: como proteger sua loja
Chargeback é a contestação de um pagamento pelo titular do cartão junto ao banco emissor. Para o e-commerce, representa uma perda dupla: o produto foi entregue e o valor é devolvido ao cliente, mais uma taxa cobrada pelo gateway.
O índice de chargeback aceitável pelas bandeiras é de no máximo 1% das transações. Lojas que ultrapassam esse limite podem ter o contrato com o gateway suspenso.
Quatro práticas que reduzem o risco:
- Antifraude ativo: a maioria dos gateways oferece módulo de antifraude integrado. O custo é menor do que um mês de chargebacks
- Confirmação de identidade no checkout: solicitar CVV e validar endereço de cobrança reduz aprovação de transações fraudulentas
- Comprovante de entrega com assinatura: para pedidos acima de determinado valor, é a principal defesa em contestações de "produto não recebido"
- Política de troca clara e acessível: parte dos chargebacks vêm de clientes que não sabiam como pedir devolução. Facilite a troca e reduza as contestações
Perguntas Frequentes (FAQ)
Como escolher os melhores métodos de pagamento para meu e-commerce?
Ofereça pelo menos três métodos: cartão de crédito (à vista e parcelado), Pix e boleto. Para expandir, adicione carteiras digitais (Apple Pay, Google Pay) e, se sua audiência usa muito o Mercado Livre, o Mercado Pago. Priorize os métodos mais usados pelo seu público específico, analisando o histórico de pagamentos da sua loja.
Quais são as taxas associadas a cada método de pagamento?
Cartão à vista: 1,5% a 2,5% (MDR). Cartão parcelado: MDR mais 0,5% a 1% por parcela. Boleto: R$ 2 a R$ 4 fixo mais 0,5% a 1% por boleto pago. Pix: 0% a 1% ou taxa fixa por transação. Os valores variam por gateway e volume. Negocie com dois ou mais fornecedores para obter as melhores condições.
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Escrito por
Climba
