
7 dicas para lojistas em tempo de crise
Numa crise, o consumidor muda de hábito. Foi assim na pandemia de COVID-19, em 2020: com medo de sair de casa, muita gente deixou de comprar nas ruas e passou a buscar o comércio online e os aplicativos de entrega. Quando o movimento da loja física cai, a loja virtual vira o caminho para manter as vendas.

Por isso, a Climba separou algumas dicas para os lojistas colocarem em prática nas lojas virtuais:
- Uma dica bem legal é trabalhar com campanhas de cupons de descontos, incentivando assim a compra do seu cliente;
- Venda de vouchers onde possa retirar os produtos com prazos maiores e com isso colocar dinheiro no caixa, sem ter que enviar o produto agora, o que ajuda quando os Correios e as transportadoras estão com atendimento limitado, como aconteceu no começo da pandemia;
- Fazer campanhas mais agressivas para aumentar o ticket médio. Por exemplo, compras acima de R$ 300, oferecer 20% de desconto ou compras acima de R$ 500, um desconto um pouco maior, por exemplo, 40%. A atratividade do desconto fica maior, colocando mais dinheiro no caixa da empresa, aumentando o capital de giro;
- Fazer campanhas de Frete Grátis para mais estados que você já vende mas não tem nenhuma política atualmente;
- Outra dica super importante para os lojistas é que eles possam utilizar esse tempo para melhorar o cadastro dos seus produtos no e-commerce, fazendo com que melhore o posicionamento dos seus produtos no Google;
- Rever o estoque e fazer alguma ação com os produtos que estão muito tempo parados e não foi vendido por algum motivo;
- E por fim, uma possível contagem de estoque, ajudando na saúde financeira do seu negócio.
Toda crise preocupa, mas ela também pode ser a hora de você, varejista, ajustar as operações de vendas online e proteger o fluxo de caixa, mesmo quando as portas da loja física precisam ficar fechadas.
Em março de 2020, no início da pandemia, os pedidos online subiram de 30% a 40% na primeira quinzena do mês, em relação ao mesmo período de 2019, segundo levantamento de entidades do setor publicado pela CNN Brasil. Na mesma reportagem, a ABComm (hoje ABIACOM, Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce) informou que algumas lojas virtuais registraram alta de mais de 180% em transações nas categorias de alimentos e saúde; para outros segmentos, Maurício Salvador, presidente da entidade, calculou crescimento médio de 30%.
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